10.7.16

A Semana nº 3

Na segunda, 4, entrou no ar o texto de julho da minha coluna no Digestivo Cultural. Intitulado Eu blogo, tu blogas?, o texto, a propósito do lançamento deste blog, promove uma revisão na minha carreira de blogueiro, iniciada num breve experimento em 2003 e mantida de forma ininterrupta desde 2009, com mais de 10 blogs lançados. Uma curiosidade: como o texto foi escrito de fato no dia 24 de junho, junto a ele ainda aparece o primeiro logotipo que este blog usou, antes da revisão contada em A Semana nº 2

  • Outra curiosidade: na terça, 5, publiquei nova versão do texto no LinkedIn, com o título de Os blogs poderão voltar a ser mais relevantes que as redes sociais?, este já ilustrado com o logotipo atual deste blog. Qual o motivo de revisar e republicar o texto tão de imediato? Fiz isto porque, como dias antes o Facebook anunciara uma nova mudança em seu feed de notícias, vários analistas começaram a falar nos blogs como alternativa para pessoas e empresas publicarem e compartilharem conteúdo. O que aliás eu já recomendo desde 2012 (leia artigo que publiquei em 5 de agosto daquele ano no Roraima Rock'n'RollO FACEBOOK NÃO PODE SER SEU ÚNICO CANAL DE COMUNICAÇÃO PROFISSIONAL). 

Também na segunda, o blog atingiu a marca de 500 acessos, em apenas 11 dias no ar (média de 45/dia). Nesse momento, o total já chega a 734 (a média diária caiu um pouco, para 43, mas mesmo assim uma média semelhante ao de outro blog meu, o Jornalismo Cultural, no ar desde 2011).

O momento do 500º acesso


Já na quarta, 6, dia em que comemorei 25 anos como jornalista cultural, tive a alegria de ver o projeto As Tias do Marabaixo destacado pela artista plástica, roteirista e cineasta independente Fátima Seehagen. Veja a publicação que ela fez no Facebook. 



Fátima Seehagen está produzindo o longa de ficção Eudora, que acompanha a vida da personagem vivida por Iara Ungarelli, uma extraordinária executante da viola de gamba. A beleza, integridade e dedicação a seu ofício que são as marcas registradas de Eudora modificam para melhor a vida de todos que a cercam. A história se passa entre as décadas de 1970 e 90 e tem a participação especial de Fúlvio Stefanini como o padeiro Pai-Doce. O filme aborda questões como a sensibilidade artística, o comportamento dos jovens e temas como crenças, valores e emoções, sob a perspectiva de um olhar feminino. Saiba como apoiar o longa no blog do Eudora



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