11/08/2019

A Semana nº 90

  • Na segunda, 5, não postei A Semana porque meu notebook estava na revisão, por um motivo inédito - a tela começou a cair pra trás. Amanhã ele retorna ao técnico para receber uma solda (!), razão pela qual resolvi adiantar a postagem d'A Semana para hoje. Mas enfim, tudo para garantir que em breve o site entre no ar! #Aguardemmmmm


  • Cheguei a postar um vídeo novo no IGTV, porém ele inexplicavelmente mudava nos últimos minutos de vertical para horizontal, gerando uma megadistorção na imagem. Achei melhor excluir o vídeo e poupar a Humanidade disso. ;)

  • Saiu do ar nesta semana, mais exatamente na quinta, 9, o blog Jornalismo Cultural, lançado em 2011 e onde publiquei diversos textos meus com foto (os mais relevantes já foram postados no Arquivo deste blog). O blog não foi excluído, ele apenas foi deixado como privado, todo seu conteúdo pode ser acessado - caso você tenha interesse em algo publicado por lá, entre em contato. Já na véspera - quarta, 8 -, saiu do ar o site também chamado Jornalismo Cultural, que estava no ar desde 2005, e que não recebia atualizações significativas desde, creio, 2010. 


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ESTATÍSTICAS DO MEU INSTAGRAM

  • Estou com 2569 seguidores, 17 a mais do que na semana anterior (28.7 a 3.8). Foram 161 visitas ao meu perfil na semana de 4 a 10.8, sendo 37 na quinta 8 e 9 no sábado 10. Meu perfil foi descoberto por 8.225 contas na semana, sendo 2,5 mil na segunda 5 e 909 na sexta 9.

  • Publiquei 73 conteúdos, 5 a menos que na semana anterior. A publicação mais vista foi esta foto do ensaio Ancestralidade, com a modelo Emile Brown Abdon, postada hoje (!) e com 188 views em 17 horas. 


  • Continua o quadro de três cidades concentrando meu público: Belém, Macapá e Maceió têm, cada uma, 14% dos meus seguidores. Seguem-se São Paulo (5%) e Rio de Janeiro (2%). OBS 16.81.19: esqueci de verificar a audiência internacional nesta semana.  

  • 70% do meu público é feminino, concentrado em duas faixas etárias: 18 a 24 anos e 25 a 34 anos, cada uma com 36%. A faixa 25-34 também predomina no geral (38%) e entre os homens (42%). 

  • Tive 1,7 mil seguidores online de segunda a sexta (concentrados de terça 6 a quinta) e 1,6 mil no domingo 4 e sábado.

  • De acordo com o Gerenciador de Anúncios do Facebook, agora em agosto os horários de maior resposta aos meus anúncios são as 22h (7,50%) e as 21h (7,19%). Os estados que mais interagem são o Amapá (36,69%), o Pará (23,91%) e o Ceará (7,82%).

09/08/2019

Arquivo 2014: Festa Tucuju

Patrícia Bastos


Patrícia Bastos fez ontem sua primeira aparição nos palcos após o recebimento do troféu de Melhor Cantora Regional no 25º Prêmio da Música Brasileira (a cerimônia aconteceu no último dia 14, no Rio de Janeiro; na mesma ocasião, o mais recente CD de Patrícia, Zulusa, recebeu o prêmio de Melhor Disco Regional de 2013). O retorno de Patrícia aconteceu no show Festa Tucuju, ao lado da mãe, a cantora Oneide Bastos, e do irmão, o cantor-compositor-multiinstrumentista Paulo Bastos. O espetáculo, apresentado no SESC Centro (Macapá), encerrou a programação do 9º Aldeia de Artes SESC Povos da Floresta. 


Paulo Bastos


Talvez o restaurante do SESC Centro, onde todas as terças acontece o tradicional Projeto Botequim, não fosse o lugar ideal para a apresentação de um show deste porte. Basta lembrar que, no ano passado, o show Quando Bate o Tambor, de Oneide Bastos, integrando a 8ª edição do Aldeia, aconteceu no Teatro das Bacabeiras. Mas enfim, ao menos os artistas procuraram compensar as condições do local trazendo seu próprio som, sua luz (cujo acerto na escolha vocês podem constatar nas imagens feitas por mim que ilustram este post) e ainda um praticável colocado à esquerda do palco onde ficaram dois músicos, o baterista Fábio Mont'Alverne e o percussionista Nena Silva. Isto permitiu um maior espaço no palco, que os artistas aproveitaram para se movimentar o tempo todo.


Oneide Bastos


O show foi muito bom e bem dinâmico. Além do trio Bastos, o espetáculo contou ainda com os intérpretes Brenda Melo e Adelson Preto (vocalista da banda Afro Brasil). Os cinco - Paulo, Oneide, Patrícia, Brenda e Adelson - se revezavam ao microfone, e havia ainda o detalhe luxuoso de quando uma das cantoras solava, tinha as outras duas como "backing vocals". Já Adelson e Paulo podiam contar com as três fazendo coro. Esse dinamismo, diga-se de passagem, é raro em termos de shows no Norte do país. 



Brenda Melo


Mas enfim, o importante é que o show foi de fato excelente e agradou em cheio o público que lotou o SESC, havendo muita gente que viu todo, ou quase todo, o show de pé mesmo, já que desde 21h20 chegavam interessados no show anunciado para as 22h e que iniciou perto de 23h, encerrando às 1h10, já no sábado. 


Adelson Preto


Patrícia cantou "Eu sou Caboca" (faixa-título de seu quarto CD, lançado em 2009), "Mal de Amor", do Zulusa, e ainda a inédita "Domingo de Páscoa". "Mal de Amor" teve como acompanhamento apenas a percussão de Nena e a bateria de Mont'Alverne, num arranjo que aproximou este marabaixo de Val Milhomem e Joãozinho Gomes, premiado pelo site Embrulhador como a melhor música brasileira de 2013, dos marabaixos tradicionais, sempre apresentados apenas com voz e percussão. Foi um dos momentos mais belos da noite. Outra composição do Zulusa incluída no roteiro foi "No Laguinho", que Patrícia cantou ao lado de Oneide e Brenda; o trio apresentou também outro clássico da parceria Val-Joãozinho, a animada "Mão de Couro" (que contou com a participação de Adelson nos vocais ao final).


O trio Patrícia-Oneide-Brenda


Oneide cantou músicas do seu CD Quando Bate o Tambor, como "Bacabeira", "Urubu, Mestre do Vôo" e "Bate o Tambor", que foi também o bis. Já Brenda interpretou "Formigueiro", de Val Milhomem, que irá regravar em seu segundo CD, além de cantar faixas do primeiro disco, Tática, ainda inédito. E Adelson sacudiu o salão com sucessos do Afro Brasil, como "Festa na Senzala". Paulo, além de acompanhar a todos ora ao teclado, ora ao violão, ora na caixa de marabaixo, cantou algumas composições suas, como "Balalão" e um agitado-animado rap-reggae-marabaixo. Ao lado do baixista Taronga, Paulo abriu ainda o show com um set instrumental variado que incluiu temas como "I'll Survive", "Amargo", de Lupicínio Rodrigues, e o marabaixo "Rosa Branca Açucena". 





Quase ao final do show, foram chamados ao palco os convidados Enrico Di Micelli (que cantou "Estamparia", do CD inédito Timbres e Temperos), Amadeu Cavalcante (que fez todos cantarem o clássico "Tarumã") e Val Milhomem (que também teve todas as vozes do salão a entoar o coro de "Jeito Tucuju"). 


Enrico Di Micelli


Amadeu Cavalcante


Val Milhomem


  • Making -off do post - Publicado no Som do Norte em 31.5.14 com o título de "Foi Show: Festa Tucuju".


02/08/2019

Arquivo 2014: Estudantes dos Estados Unidos vieram conhecer o Marabaixo e o Batuque no Curiaú



Na última sexta-feira, 23 de maio, estudantes do Warren Wilson College, de Asheville, do Estado norte-americano da Carolina do Norte, acompanhados de duas professoras, estiveram visitando o Quilombo do Curiaú, na zona norte de Macapá. O Som do Norte cobriu o evento com exclusividade. Os alunos preparam um trabalho de conclusão de curso sobre a obra da escritora amapaense Esmeraldina dos Santos, que vemos na foto à cima (no centro, à direita), junto com Adelso Preto (do grupo Afro Brasil) e uma das professoras. 



Chegados ao Brasil na véspera e tendo enfrentado uma longa escala em Brasília (como é de costume...), os estudantes chegaram ao Curiaú de ônibus por volta de 10h da manhã da sexta. 



Nem todos são norte-americanos, como se pode ver nas assinaturas neste livro de presenças. No grupo, havia pessoas da Guatemala, da República Dominicana, da Etiópia e da Turquia. Mesmo entre os americanos, nem todos são da Carolina do Norte; uma das alunas é do Estado de Ohio, por exemplo. 



Logo após chegar, todos foram ver a oficina de Confecção de Instrumentos, onde o coordenador Pedro Bolão mostrou como se faz uma caixa de marabaixo. O couro usado não é de boi, e sim de carneiro, pois este é mais fino e soa melhor. 


Logo depois, Esmeraldina falou sobre a tradição do Marabaixo e do Batuque no Amapá - as semelhanças e diferenças entre os dois ritmos, bem como suas respectivas origens. Falou também sobre o dia-a-dia no Curiaú, sempre tendo a tradução simultânea de uma das professoras (aliás, as duas mestras que vieram falam muito bem o português). A única dificuldade foi com a tradução do termo "ladrão", como são designados os cantos do Marabaixo, mas em seguida a professora encontrou um modo de explicar aos alunos e não houve confusão alguma a respeito. 



Pouco depois, o grupo Raízes do Bolão começou a tocar Marabaixo, e mais adiante Batuque. Os visitantes logo foram convidados à se integrar à roda...


... o que fizeram, aliás, com muito gosto. Ao final da apresentação, Adelson fez uma homenagem a sua avó, a Tia Chiquinha.

Pouco após o meio-dia, foi servido um almoço bem brasileiro (com feijão, arroz, farofa e diversos tipos de carne, além de suco de cupuaçu. Havia gengibirra também). A sobremesa foi uma surpresa para os visitantes: a comunidade do Curiaú ofereceu um bolo para uma das estudantes, que estava de aniversário justamente naquela sexta e jamais imaginou que alguém saberia disto do outro lado do mundo :) 

Saindo dali, os estudantes foram dar um mergulho no Balneário do Curiáu, de onde voltaram ao hotel no Centro de Macapá. No dia seguinte, rumaram para a cidade de Mazagão, da qual retornam hoje, quarta, indo amanhã para ilhas da costa paraense.



  • Making-off do post - Publicado no Som do Norte em 28.5.14. 

01/08/2019

Arquivo 2014: Show Duas Águas

A  cantora Carmem Peniche comandou ontem uma grande noite de Arte com A maiúsculo no SESC Centro (Macapá).  A atração do Projeto Botequim era seu show Duas Águas - o título vem a propósito de Carmem ser do Pará e estar radicada no Amapá. Mas a noite não se restringiu apenas a seu show (o que não seria problema algum, digo desde já, pois o show foi ótimo). 

Primeiramente, tivemos um pré-show com o cantor e compositor João Amorim, que perto das 21h40 começou a mostrar faixas do seu CD Nômade, recentemente lançado, junto com sucessos de Ed Motta.  

Passado pouco das 22h, iniciou-se uma roda de poesia, com a ilustre presença do convidado especial Jorge Andrade, poeta e letrista vindo especialmente de Belém para a ocasião. Participaram também poetas locais - Kassia Modesto, Annie Carvalho, Andreia Lopes, Lorrana Maciel, Jubson Blada e Lia Borralho, interpretando poemas próprios e ainda clássicos de Carlos Drummond de Andrade, Mario Quintana, Vinicius de Moraes, Manuel Bandeira e Eliakin Rufino, além de textos do próprio Jorge Andrade. 


Jorge Andrade


O início do show Duas Águas já foi de arrepiar. Sob uma chuva de papel picado prateado (tá, meu bem?), Carmem soltou o vozeirão à capella cantando um trecho de "Minha Noite é de Manhã" (Pedro Holanda). Logo em seguida, já acompanhada pela banda (formada por José Maria Cruz - violão, Taronga - baixo e Fábio Mont'Alverne - bateria), trouxe um clássico paraense, "Flor do Grão-Pará" (Chico Sena). 




Se teve boa parte do roteiro dedicada a autores do Norte - como "Pássaros do Meu Canto" (Osmar Júnior - Ademir Pedrosa), "Canção de Amor e Rio" (Sóstenes), "Meu Grande Amor" (Eudes Fraga), que Carmem dedicou a seu marido, e "Porto Caribe" (Paulo André - Ruy Barata) -, o espetáculo também navegou em águas de outras regiões, trazendo sucessos como "É d'Oxum" (Gerônimo), "Moro Longe" (Vanessa da Mata) e "O Meu Amor" (Chico Buarque). 


Após interpretar uma música de Ademir Pedrosa,
Carmem chamou o compositor ao palco para conversar com a platéia


Igualmente, após cantar uma música de Jorge Andrade,
chamou-o novamente ao palco para mais um momento poético


Após novo momento de poesia com Jorge Andrade, começaram as participações especiais. Enrico Di Micelli cantou sua parceria com Jorge, "Estamparia", ao lado das cantoras Patrícia Bastos e Brenda Melo. Em seguida, Brenda fez o único número solo de convidada, interpretando "Tática", canção  também de Enrico e Jorge que intitula o CD que ela já tem gravado. 


"Tática"  - Brenda no vocal e Enrico Di Micelli ao violão


Seguiram-se as participações especiais: com Josy di Lima, Carmem cantou "Filho da Bahia" (Walter Queiroz). Com Mayara Braga, "Dona da Maré" (música da própria Carmem em parceria com Edson Duarte, tema que já tem pinta de sucesso). Com Brenda Melo, "Mal de Amor" (Val Milhomem - Joãozinho Gomes) - ficou lindo o lamento no final, em que Carmem manteve a voz grave, e Brenda fez um agudo com alguns toques líricos. Com Alexandra Moraes e Mayara Braga, "Canadá" (Jana Figarella). Com Taty Taylor, “A Brasileira” (Alfredo Reis - Príncipe). Taty Taylor cantou ainda "Segura Tua Saia", um marabaixo-batuque de sua autoria, com Mayara Braga. 


Josy di Lima e Carmem


Brenda Melo e Carmem


Taty Taylor e Mayara Braga


Alexandra Moraes, Carmem e Mayara


Carmem e Taty Taylor


  • Making-off do post - Publicado no Som do Norte em 10.4.14 com o título Foi Show: Duas Águas.


31/07/2019

Vídeo: Modelos para Você Enaltecer 8



Seleção de fotos de minha autoria postadas nos meus Stories em julho de 2019 apresentando as modelos Emile Brown Abdon,  Suelen Leão, Bruna Xavier, Mary Cumaru, Suzan Arraes, Bella Criscia, Daniele Rodrigues, Kat Torres e Jardy Oliveira. 

Imagens feitas em Belém, Macapá, Maceió e Rondonópolis nos anos de 2015, 2016, 2017, 2018 e 2019.


30/07/2019

Arquivo 2014: Paulo Bastos


Paulo Bastos interpretou composições suas em seu show do Projeto Botequim realizado no SESC Centro (Macapá) nesta terça, 1 de abril. O público também pôde conferir o lado multi-instrumentista de Paulo, que tocou violão, bandolim, teclado e bateria. O espetáculo contou com diversos convidados, como a irmã de Paulo, Patrícia Bastos, que interpretou a canção (ainda inédita) "Domingo de Páscoa". Em Macapá, a data, além de celebrar a ressurreição de Jesus Cristo, é também o marco inicial do Ciclo do Marabaixo. Patrícia cantou ainda "No Laguinho", música do CD Zulusa, ao final da qual Paulo puxou alguns marabaixos tradicionais com a irmã, e "Batuqueiro". 

Paulo e Patrícia Bastos 
(ao fundo, Taronga - baixo e Nena Silva - percussão)


Brenda Melo lembrou que, quando se decidiu a abraçar a carreira de cantora, foi Paulo o primeiro compositor a lhe entregar uma música inédita. Juntos, os dois interpretaram "Redenção". Brenda cantou também "Formigueiro", de Val Milhomem.


Nena Silva, Brenda Melo e Paulo Bastos



A mãe de Paulo, Oneide Bastos, interpretou "Bate Tambor" (Leci Brandão - Zé Maurício), que inspirou o título de seu CD Quando Bate o Tambor, lançado no ano passado. 


Paulo, Oneide Bastos e Fábio Mont'Alverne (bateria)



O convidado Beto Oscar, tão logo chegou ao palco e pegou o violão, solicitou ao percussionista Nena Silva um ritmo de "marabaichoro", para tocar uma parceria sua com Paulo, "Floração". Em seguida, Beto apresentou uma canção do CD São Batuques, "Flor de Mururés". 


Beto Oscar, Paulo Bastos e Nena Silva (ao fundo) 



O show de Paulo acabou perto de 0h40, havendo ainda espaço para as canjas de Naldo Maranhão e Cley Lunna. Naldo abriu seu set com o sucesso "Luau" (parceria com Jorge Oly), cantado em coro pela platéia, seguindo com "Carnavalesca Capitânia" (parceria com Rebecca Braga, a quem convocou para cantar junto). Rebecca foi, mas para cantarem "Vagabundo", poema de Álvares de Azevedo que Naldo musicou e que fará parte do CD Batida Brasileira 2 da cantora Euterpe. Naldo finalizou com um novo trecho de "Carnavalesca Capitânia", agora interpretada pelos dois autores. Cley fechou a noite lembrando "De Saudade" (Ronery) e "Tarumã" (Osmar Júnior), esta cantada em coro pelo público. 


Naldo Maranhão e Rebecca Braga


  • Making-off do post - Publicado originalmente no Som do Norte em 3.4.14 com o título de "Show da semana: Paulo Bastos". 



29/07/2019

A Semana nº 89

  • O post mais lido neste blog na semana que passou é mais uma vez da série Arquivo: a resenha do show da cantora Luê em São Paulo, que acompanhei há 6 anos. Publicado na terça, 23, teve 11 acessos até agora.


  • Já no YouTube novamente não subi nenhum vídeo novo. Confesso que ter feito a pesquisa que resultou no artigo sobre censura nas redes sociais reduziu em muito meu encanto pelas ditas redes - inclusive saí do Twitter também na terça, após 10 anos por lá -; fora isso, tenho me dedicado quase integralmente a desenvolver meu site, onde os vídeos irão rodar direto do próprio site. Simm, descobri um modo de não depender da publicação do vídeo em um site externo que possa querer censurar minha obra. ;) 


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ESTATÍSTICAS DO MEU INSTAGRAM

  • Estou agora com 2545 seguidores, 6 a mais do que na semana anterior (15 a 21.7). Foram 100 visitas ao meu perfil na semana de 22 a 28.7, sendo 21 no sábado 27 e 12 tanto na terça 23 quanto na sexta 26. E 1742 contas descobriram meu perfil na semana, sendo 559 na quarta 24 e 128 na sexta. 

  • Publiquei 80 conteúdos, 4 a mais que na semana anterior. A publicação mais acessada foi um conjunto de duas imagens divulgando a rifa para ajudar a Sunshine; publicadas na segunda, 22, as artes já foram vistas 262 vezes. 

  • Três cidades concentram 42% do meu público: Belém, Maceió e Macapá, com 14% cada. Seguem-se São Paulo (5%) e Murici-AL (2%). Em termos mundiais, o Brasil lidera com 92%, vindo depois os Estados Unidos (1%) e Alemanha, Grécia e México com menos de 1% cada. 

  • Meu público é 70% feminino, predominando a faixa etária de 18 a 24 anos (36%). A faixa de 25 a 34 é a maior no público em geral (37%) e entre os homens (42%). 

  • Tive 1,7 mil seguidores online na segunda, terça e quinta, e 1,6 mil em todos os outros dias. 

  • De acordo com o Gerenciador de Anúncios do Facebook, agora em julho os horários de maior resposta aos meus anúncios são: as 23h (7,20%) e as 22h (6,63%). Os estados que mais respondem são: Alagoas (20,01%), o Pará (17,44%) e a Bahia (12,33%). 


28/07/2019

Arquivo 2014: Marta Suplicy anuncia que carimbó será reconhecido como patrimônio brasileiro


Na tarde desta quinta-feira, a ministra da Cultura, Marta Suplicy, esteve em Belém para a inauguração da incubadora Pará Criativo, que vai funcionar junto à sede do IAP (Instituto de Artes do Pará), na praça da Basílica. Na ocasião, em entrevista coletiva, a ministra anunciou seu apoio à causa do reconhecimento do carimbó como patrimônio imaterial brasileiro, inclusive garantindo que o anúncio do registro sairá "este ano, com certeza".

Governador Simão Jatene e 
ministra Marta Suplicy

Na coletiva, Marta Suplicy propôs também ao governador Simão Jatene que se faça um projeto específico para a nova incubadora relativo à ilha do Marajó, seja da cerâmica, seja de outras expressões culturais locais. A ministra ficou muito impressionada com o relato de prefeitos de municípios da ilha, sobre deslocamentos de um ponto a outro que levam, por vezes, 16 horas. Isso, segundo ela, a fará rever a política de editais para a Amazônia. "Como é que uma pessoa que mora a 16 horas de conexão vai entrar num edital? Isso é piada, não vai entrar nunca. A gente tem que buscar, a gente tem que ajudar."  Jatene topou na hora a parceria Minc-governo do Estado específica para o Marajó, propondo-se a colocar o mesmo volume de recursos que o Ministério investir no local.

Além da inauguração da incubadora Pará Criativo (e uma breve gafe de Marta, chamando Belém, durante seu discurso, de "São Luís"!), a tarde foi marcada pela assinatura do decreto de desapropriação do antigo Teatro São Cristóvão (Belém), o que vai permitir sua reforma para que ele possa novamente servir para atividades culturais. 

A ministra e o governador foram recebidos no começo da tarde no IAP por integrantes de vários grupos de carimbó, entre eles o Sancari e o Uirapuru, além de Mestre Curica, ex-integrante do Uirapuru (na época de Mestre Verequete) e participante da primeira gravação de carimbó da História, em 1971. Marta Suplicy não se fez de rogada e logo empunhou um maracá, ensaiando alguns passos ao som do carimbó.

Mestre Manoel e 
seu neto, Guiherme

Mestre Manoel, do grupo Uirapuru de Marapanim, comemorou o anúncio, relatando em entrevista exclusiva ao Som do Norte as recentes articulações para a conquista, e planejando como o registro deverá ser comemorado quando efetivamente assinado. 


Ao microfone, Mestre Curica

Também muito feliz com a perspectiva do reconhecimento próximo, Mestre Curica afirma que, "onde estiver, Mestre Verequete está aplaudindo". Curica, porém, acredita que não se pode parar nesta conquista, por mais importante que ela seja.


  • Making-off do post - Publicado no Som do Norte em 9.1.14 (no mesmo dia do evento relatado) com o título de Em Belém, Marta Suplicy anuncia que carimbó será reconhecido como patrimônio brasileiro "este ano, com certeza".

  • Com efeito, o Carimbó foi declarado Patrimônio Imaterial Brasileiro pelo IPHAN em 11.9.14.

  • O post original tem o áudio de todas as entrevistas mencionadas, mais trecho da roda de carimbó da qual Marta Suplicy participou brevemente. 

  • Foi a única vez em que entrevistei e fotografei alguém integrante do 1º escalão de um governo federal.



Arquivo 2013: Batuque na Praça



Há pouco mais de uma hora, o percussionista Douglas Dias (sentado, à esquerda) comandava animada roda de percussão na Praça da República (Belém), no lado da av. Presidente Vargas, próximo ao Teatro Waldemar Henrique.


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  • Making-off do post - Publicado no Som do Norte em 29.12.13, com o título Clique do Dia: Batuque na Praça. Creio que minha ideia era criar uma nova seção no SdN, com fotos feitas e publicadas em curto intervalo de tempo. Porém a seção se resumiu a esse post mesmo.


  • Na foto se vê parte da feira que acontece todos os domingos na Praça da República. 

27/07/2019

Arquivo 2013: S'Esquenta pro Se Rasgum

Sammliz e João Lemos


A foto acima registra um dos melhores momentos da festa S'Esquenta pro Se Rasgum, realizada na madrugada de sábado para domingo no Café com Arte (Belém) - a hora em que João Lemos, vocal e guitarra da banda Molho Negro, após uma performance ensandecida no meio da galera, foi até onde  estava Sammliz, vocal da Madame Saatan, e a puxou de surpresa para o palco para repetirem o dueto em "Aparelhagem de Apartamento", que já haviam feito na quinta, na estréia do show Terruá Pará 2013. Todo o público presente que lotava a galeria do Café gritou o refrão da música a plenos pulmões junto com a dupla. Na platéia, uma ilustre presença: sentado na primeira fila, o produtor Carlos Eduardo Miranda, diretor geral do Terruá. 

A Molho Negro abriu perto de 0h45 do domingo os trabalhos da festa que, como o nome já indica, é uma prévia do 8º Festival Se Rasgum, que inicia no dia 12. E abriu em grande estilo, agitando a galera com seu rock pesado de garagem, fazendo todos cantar sucessos como "Onde Está Meu Mojo?", "Ela Prefere o DJ" e a impagável "Se Ela não é Lésbica tem Namorado". 

Seguiu-se The Baudelaires, fazendo o show de lançamento de seu 3º CD, Charlie, o primeiro gravado com o baixista Marcelo Damaso. O show teve músicas do CD novo, do EP City Love (lançado pelo Som do Norte em 2011) e ainda clássicos da banda como "She's a Queen" (regravada no Charlie) e "Little Rino", ambas entoadas em coro por todos. Nem o já conhecido problema no som do Café prejudicou o entusiasmo da galera com a boa performance dos Baudelaires  (que também toca no Se Rasgum, no dia 14). 

Encerrando a festa, a banda Petit Mort, da Argentina, surpreendeu com seu hard rock em inglês. A vocal e guitarra Michelle Mendez, também autora das canções, encantou a todos com sua magnética presença de palco - ela demonstrava estar se divertindo muito com a resposta do público de Belém. Pela primeira vez no Pará, o grupo está em meio à sua quinta turnê pelo Brasil, ficando no total dois meses fora de casa. O baixista Juan Manuel Recio arrancou algumas gargalhadas do público, ao tocar parte do show de costas para a platéia, rebolando. 

  • Making-off do post - Publicado no Som do Norte em 4.11.13, com o título Foi Show: S'Esquenta pro Se Rasgum.