22/04/2019

A Semana nº 77

No sábado, 20, estive cobrindo três eventos aqui em Macapá. Cada um ganhou seu próprio álbum em nossa fan page: 



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ESTATÍSTICAS DO MEU INSTAGRAM

  • Estou com 2.366 seguidores, sendo 70 a mais do que na semana anterior (de 8 a 14.4). Meu perfil recebeu 448 visitas de 15 a 21.4, sendo 84 na sexta, 19, e 48 na quarta, 17.

  • 4.551 contas descobriram meu perfil na semana, sendo 1,5 mil na terça, 15. No sábado, 20, foram apenas 174. 


  • Publiquei 106 conteúdos novos na semana, 35 a mais que na anterior. A mais vista foi esta foto da modelo alagoana Jardy Oliveira na praia da Ponta Verde, em Maceió - feita em 2017 mas inédita até a quinta, 18. Foi vista 360 vezes na semana. 

  • Meu público segue concentrado nas seguintes cidades: Macapá com 16%, Belém 13%, Maceió 11% e São Paulo agora com 6% (n'A Semana anterior eram 5). Desta vez na quinta posição está novamente a cidade alagoana de Murici, com 2%. O Brasil se mantém na liderança entre os países, com 91%, seguido por Estados Unidos (1%), Albânia, Malta e Irlanda (menos de 1% cada). 

  • Na divisão por gênero, as mulheres seguem na liderança absoluta, com 71% (um ponto percentual a mais do que no levantamento anterior). Em relação à faixa etária, o predomínio é de quem tem entre 25 e 34 anos, tanto na média geral (37%) quanto entre os homens (41%). Entre as mulheres, o predomínio é da faixa de 18 a 24 anos (37%). 

  • Uma novidade na média de seguidores online diariamente é que atingi pela primeira vez desde que faço esse acompanhamento sistemático a cifra de 1,6 mil. Mantive essa média de segunda, 15, a quinta, 18. Nos outros dias da semana a média foi de 1,5 mil. 

  • Segundo o Gerenciador de Anúncios do Facebook, nas últimas 24h, meu maior público interagindo com promoções foi às 21h (7,49%), seguido pela faixa das 18h (7,03%). Outro dado que colhi lá, e que se refere ao período de 1 a 22.4, é que os estados que mais estão reagindo a meus anúncios são a Bahia (9,32%) e o Ceará (8,55%).

18/04/2019

Arquivo: "Só uma fotinho!"

Reinaldo Gianechini no primeiro dia
do Rock in Rio - 13.9.13 (Foto: EGO)

Eu fico imaginando que realmente é difícil alguém que atingiu certo nível de notoriedade conseguir fazer as coisas mais simples do dia-a-dia. Só fico imaginando, porque é improvável que eu fazendo o que faço (escrevendo na internet sobre cultura independente) eu venha a sofrer com o assédio de fãs (risos). Na verdade, a idéia deste artigo é propor uma reflexão a partir de um fato que aconteceu comigo, reforçado por duas publicações recentes sobre o mesmo tema. 

O fato que aconteceu comigo ocorreu perto de 6h30 da manhã do dia 12 de setembro. Eu estava na área de embarque do aeroporto Santos Dumont (Rio de Janeiro), esperando o vôo para Belém, quando vi sentar numa cadeira a uns 50 metros de mim o cantor Milton Nascimento e duas mulheres, uma aparentando meia idade, a outra mais nova. Decidi ir até eles pedindo para tirar uma foto com Milton. 

Me aproximei do grupo com o celular na mão para já deixar evidente minha intenção, logo compreendida pela senhora de meia idade, que já foi me desincentivando - "Ah, agora não! Talvez depois!" Respondi que compreendia perfeitamente, e que se não fosse mesmo possível estaria tudo bem. Pouco depois, a senhora saiu para talvez resolver alguma coisa, e não retornou até que fui chamado para o embarque. Ainda olhei na direção de Milton, mas como ele estava de óculos escuros ficava difícil saber se ele estava de fato olhando para mim. De todo modo, nem ele nem a moça que ficara fizeram qualquer menção de que eu me aproximasse, então segui para meu avião. Resisti à tentação de fazer uma foto "roubada", sem que ele percebesse.

Devo dizer que é muito raro que eu peça foto com celebridades que eventualmente encontre. Acredito que, fora do palco, no dia-a-dia, o artista tem direito a seu sossego. Dois dias antes, por exemplo, havia visto o cantor Danilo Caymmi com um amigo numa cafeteria em Copacabana e não pedi para tirar foto (assim como não o fizera quando vi Danilo na área de café da manhã de um hotel em Salvador onde eu também estava hospedado, em novembro de 2007 - se bem que na época eu não tinha celular que tirasse foto). Então o que me fez levantar e pedir a foto a Milton? Não sei. Talvez o fato de que eu admire mais Milton do que Danilo, mas com certeza a convicção de que (o eventual incômodo) seria "rapidinho". Que me parece ser uma das bases do "direito à foto" que os fãs julgam ter. A outra base é justamente a notoriedade do artista. 

Foi isto que gerou um ligeiro incidente ontem, no primeiro dia do Rock in Rio, conforme noticiado pelo site Ego. Reproduzo aqui a republicação do site 180graus.com, ilustrada com a foto que abre este post:

Gianecchini curte show no meio da galera e se nega a posar com fã
'Entende, por favor. Estamos aqui conversando', disse o ator para uma admiradora

Assim que começou o show de David Guetta, Reynaldo Gianecchini seguiu para a pista com uns amigos - entre eles Ildi Silva e Lucas Malvacini - para curtir a apresentação do DJ.

Durante os poucos minutos que permaneceu na pista, o ator foi abordado por alguns fãs, que tiveram que ouvir um "não" do ator, que se recusou a posar para fotos com seus admiradores.

"Imagina se eu paro para tirar foto com todo mundo? É muito chato", disse ele para uma das admiradoras. Para uma fã mais insistente, Gianecchini tentou explicar: "Entende, por favor. Estamos aqui conversando". Após menos de dez minutos na pista, Giane e seus amigos voltaram para o camarote.

E na edição da revista Época que chegou às bancas hoje, há uma crônica, "A síndrome da foto pelo celular", assinada pelo escritor Walcyr Carrasco, autor da atual novela das nove da TV Globo, Amor à Vida, o que mostra que o assunto está mesmo na ordem do dia. Ele narra momentos de constrangimento pelos quais passou, incluindo duas moças que lhe pediram fotos quando ele, em meio a um evento literário no Rio Grande do Sul, tentava apenas... ir ao banheiro (Tive de implorar: "Tenho de ir ou vou fazer xixi na calça."). Carrasco também relata que foi xingado de "metido a besta" por uma senhora que o encontrou no aeroporto, quando ele estava falando ao telefone. Como ele pediu que ela esperasse, foi brindado com o epíteto. O novelista também arrisca uma explicação para o fenômeno: fãs consideram que alguém conhecido ou famoso tem obrigação de posar. E mais: sorrindo!

O fenômeno, que começou quando os telefones celulares passaram a ter câmeras fotográficas com resolução de imagem ao menos razoável (há cerca de dez anos, mais ou menos), parece não ter data para acabar, já que cada vez temos acesso a equipamentos mais modernos, permitindo fotos de resolução sempre melhor. E, hoje em dia, já com a possibilidade de envio direto para sites e redes sociais como Instagram, Facebook, Twitpic etc. Algo impensável há até quinze anos atrás, quando o máximo de incômodo reservado aos artistas era o pedido de fotos após um show, isso se alguém tivesse conseguido entrar com máquina fotográfica. Isto era proibido, por exemplo, no show que Roberto Carlos apresentou em Bento Gonçalves, RS, em maio de 1993. Quem levou máquina precisou entregar na portaria e só teve o equipamento de volta após o show. Não precisei passar por isso, já que deixei a minha em casa. :) 

  • Making-off do texto - Publicado originalmente no Jornalismo Cultural em 14.9.13, motivado pelo encontro (e a "não-foto") com Milton Nascimento.

  • A foto que abre a matéria é creditada ao próprio site EGO na postagem original, com texto assinado por Gabriel Castelo Branco e Tatiana Regadas. Nenhum destes créditos consta da reprodução do texto feito pelo 180graus.com, onde eu o encontrei na ocasião (e onde a foto não mais aparece), razão pela qual acabei não mencionando nenhuma destas autorias. 

  • O Twitpic, para quem não sabe ou não lembra, era uma ferramenta que permitia a postagem de fotos no Twitter, que diferentemente do que ocorre hoje, não tinha esse recurso como nativo. Criado em 2008, o Twitpic foi desativado em 2014, ou seja, no ano seguinte à publicação do meu artigo.  

12/04/2019

A Semana nº 76


  • Ontem estávamos sem wi-fi novamente (esse negócio já tá ficando chato), de modo que a atualização d'A Semana ficou para hoje. A partir da próxima edição, deveremos voltar ao dia habitual e lógico para este post, que é a segunda-feira. Ou seja, A Semana nº 77 deve ir ao ar no dia 22.4.

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ESTATÍSTICAS DO MEU INSTAGRAM

  • Estou com 2.283 seguidores, sendo 34 a mais do que na semana anterior (29.3 a 4.4). Meu perfil foi visitado 364 vezes na semana de 5 a 11.4, sendo 100 vezes na sexta, 5, e apenas 28 na quarta, 10.

  • Meu perfil foi descoberto por 4.307 contas nesta semana, sendo 1,2 mil apenas na terça, 9. Na quarta, 10, haviam sido apenas 424. 

  • Publiquei 53 conteúdos novos durante a semana, 18 a menos que na anterior (inclusive só tivemos #Modelospravcenaltecer na segunda, 8). O post mais visto (285 vezes) foi uma sequência onde flagrei um iratuá-grande caminhando e em seguida levantando vôo, em pleno centro comercial de Macapá, e que postei na quarta, 10. Abaixo, a imagem final. As fotos foram feitas com o celular. 


  • Meu público segue concentrado nas seguintes cidades: Macapá com 16%, Belém 13%, Maceió 11% e São Paulo 5%. Desta vez na quinta posição está Salvador, com 2%. O Brasil se mantém na liderança entre os países, com 91%, seguido por Estados Unidos (1%), Albânia, Peru e Itália (menos de 1% cada). 

  • Na divisão por gênero, as mulheres seguem na liderança absoluta, com 70%. Em relação à faixa etária, o predomínio é de quem tem entre 25 e 34 anos, tanto na média geral (37%) quanto entre os homens (43%). Entre as mulheres, o predomínio é da faixa de 18 a 24 anos (37%). 

  • Tive uma média diária de 1,5 mil seguidores online em todos os dias da semana, com maior concentração de segunda a quarta (8 a 10.4).

  • Segundo o Gerenciador de Anúncios do Facebook, nas últimas 24h, meu maior público interagindo com promoções foi às 21h (7,28%), seguido pela faixa das 23h (7,15%). Outro dado que colhi lá, e que se refere ao período de 1 a 12.4, é que os estados que mais estão reagindo a meus anúncios são o Amapá e a Bahia, ambos com 9,98%.  


04/04/2019

A Semana nº 75

ESTATÍSTICAS DO MEU INSTAGRAM


  • Estou com 2.253 seguidores, sendo 23 a mais do que na semana anterior (21 a 27.3). Meu perfil foi visitado 341 vezes na semana de 28.3 a 3.4, sendo 82 vezes na quarta, 3, e 28 no domingo, 31.3 (a velha história de não anunciar aos finais de semana pesando novamente). 

  • Meu perfil foi descoberto por 9.193 contas nesta semana, sendo 3,7 mil apenas na segunda, 1. Na sexta, 29, haviam sido apenas 685. 

  • Publiquei menos: 75 conteúdos novos na semana, 46 a menos que na anterior. O recorde de acessos foi com esta foto da escritora Prsni Nascimento, que postei na terça, 2, e foi vista 352 vezes. 


  • Meu público segue concentrado nas seguintes cidades: Macapá com 16%, Belém 13%, Maceió 11% e São Paulo novamente com 5% (um ponto a menos que na semana anterior). Murici, em Alagoas, continua na 5ª posição, com 2%. O Brasil se mantém na liderança entre os países, com 91%, seguido por Estados Unidos e Reino Unido (1% cada), Albânia e Nigéria (menos de 1% cada). 

  • Na divisão por gênero, as mulheres retornaram ao patamar anterior, de 70% do meu público (1 ponto percentual a mais em relação à semana passada). Em relação à faixa etária, o predomínio é de quem tem entre 25 e 34 anos, tanto na média geral (38%) quanto entre os homens (42%). Entre as mulheres, o predomínio é da faixa de 18 a 24 anos (37%). 

  • Tive uma média diária de 1,5 mil seguidores online quase toda a semana, com exceção do domingo, quando foram 1,4 mil. Os dias de maior concentração foram a quinta, 28, e de segunda a quarta (1 a 3.4).

  • Segundo o Gerenciador de Anúncios do Facebook, nas últimas 24h, meu maior público interagindo com promoções foi às 17h (8,72%), seguido pela faixa das 22h (7,32%).