7.10.16

Belezas Naturais: Encontro das Águas

Em novembro de 2015, pude presenciar por duas vezes um fenômeno considerado pouco comum mundo afora: o Encontro das Águas. Este é o nome dado ao trecho de 6km em que os rios Negro, de água barrenta, e Solimões, de águas claras, correm lado a lado sem se misturar, próximo a Manaus. A partir do ponto em que os dois finalmente se misturam, o Solimões recebe o nome de Amazonas. 

A primeira vez foi na manhã da sexta, 13, chegando a Manaus de barco procedente de Porto Velho, de onde saíra na terça, 10 - o maior tempo que já fiquei direto em uma viagem.


13.11.15


A segunda vez foi já na terça, 17. Como só pegaria avião para Macapá no dia seguinte, aproveitei o dia livre na capital do Amazonas para contratar um passeio turístico pelo rio Negro, que além de passar novamente pelo Encontro das Águas, parou em ilhas onde conhecemos uma aldeia indígena (e onde também fotografei o bicho-preguiça).


Um barco avança pelo rio Negro (primeiro plano),
enquanto outro segue em direção contrária pelo Solimões
- 17.11.15



Ô mistura difícil viu - 17.11.15


O fenômeno acontece devido ao fato de as águas do rio Negro serem mais quentes que as do Solimões (28ºC aquele, 22ºC este), e também porque a correnteza do Solimões oscila de 4 a km/h, enquanto a do Negro não passa de 2 km/h.


Ter feito esses dois trajetos por água me fez admirar e reverenciar mais ainda o Rio Amazonas e entender sua importância fundamental para a região Norte, o Brasil e mesmo a América do Sul. Não há como explicar, há que viver. Viva a Amazônia!


17.11.15



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