25/11/2016

Portfólio em Destaque: Fabiana Figueiredo

Publicamos hoje o segundo Portfólio em Destaque, desta vez com a fotógrafa amapaense Fabiana Figueiredo, 21 anos. A seleção apresentada é bastante especial, pois sete das dez imagens que vocês vão ver aqui são inéditas!

A nosso pedido, Fabiana escreveu um texto de apresentação:

Tenho a fotografia como hobby há pelo menos 4 anos. Acredito que o melhor instrumento para um fotógrafo é a percepção, o olhar dele para a sua realidade. A maioria das fotografias que produzo são com o celular, que é o instrumento de trabalho que anda comigo sempre, que é só tirar do bolso, preparar a composição, esperar o melhor momento e “atirar”. 

Foi também através da fotografia que eu descobri uma paixão maior pelo audiovisual. Em 2014, produzi meu primeiro curta-metragem, chamado “Cores, Muros e Histórias”, com muitas experimentações. Em 2016, coloquei no ar meu segundo projeto audiovisual: o Boralí. Aliando meu amor pelo Amapá, vontade de conhecer cada lugar, querer mostrar para o mundo e meu engajamento com fotografia e vídeos, pensei em reunir tudo isso neste projeto, que propõe a divulgação de lugares para se conhecer no Amapá. Estou no fim do meu curso de Jornalismo e há 2 anos trabalho com webjornalismo em um portal de notícias. 

Para conhecer mais do trabalho de Fabiana, siga os links: 



Distrito de Mazagão Velho, em Mazagão - AP


Fortaleza São José de Macapá - Centro de Macapá - AP - inédita


Comunidade Ariri - Macapá - AP - inédita

Comunidade Ariri - Macapá - AP

 APA do Rio Curiaú - Macapá - AP - inédita


APA do Rio Curiaú - Macapá - AP - inédita


 Igreja São José - Centro de Macapá - AP

Balneário do Lós - Amapá - AP - inédita



As duas fotos também inéditas que encerram o post foram feitas no Parque Arqueológico do Solstício - Calçoene - AP. Sobre a última imagem, Fabiana comenta: Na foto aparece o "Seu Garrafinha", guarda-parque, e a pessoa que mais se preocupa com esse lugar, percebi isso pelo jeito que fala do lugar e pelo olhar dele. Ele quem descobriu o local. 

24/11/2016

Curta: Tia Zezé no Encontro dos Tambores


Clique na imagem


Encerrando a postagem de curtas da série As Tias do Marabaixo aqui no blog, em homenagem ao Mês da Consciência Negra, é o momento de apresentarmos Tia Zezé no Encontro dos Tambores.

Lançado em 21 de abril de 2015, o curta é o único da série que tem som do inicio ao fim - os anteriores não tinham som na introdução e ao final (o que, aliás, é o padrão industrial do cinema). Como observei nas primeiras sessões dos curtas que as pessoas ficavam aguardando o som já na abertura (fruto, talvez, da nossa grande tradição radiofônica). resolvi fazer esta experiência ao editar o filme que encerra a série. Ao longo de todo o curta, se assiste um trecho do show do grupo Berço do Marabaixo apresentado no Encontro dos Tambores, em Macapá, em 23 de novembro de 2014, com Tia Zezé cantando seu ladrão de Marabaixo intitulado "Toar dos Tambores", filmado por mim com a Sony HD Blogger (outro trecho do mesmo show foi incluído no curta Natalina, postado aqui semana passada). Ao final, durante os créditos (com fotos feitas também no show citado), se ouve Tia Zezé cantando um trecho de seu clássico "O Remo". 

O curta já foi exibido em eventos e em escolas de Macapá, além de ter sido apresentado nos estados do Tocantins, Bahia e Rondônia durante a circulação do projeto em 2015. Trechos do filme foram incluídos em entrevista que concedi ao quadro "Vitrine" do programa Circuito da TV Cultura (Belém). A entrevista foi gravada em abril de 2016 e o programa foi exibido em junho. Tia Zezé... se tornou, desta forma, o único dos curtas já exibido parcialmente em TV aberta fora do Amapá. 


21/11/2016

Belezas Culturais: Largo do Pelourinho



Na tarde de 28 de julho de 2015, fotografei este grupo de samba-reggae fazendo uma rápida apresentação no Largo do Pelourinho, centro histórico de Salvador. 

Esses 'pocket shows' são frequentes no local; em geral após os músicos tocarem, eles mesmos ou alguém que com eles trabalha vende CDs e/ou pede contribuições aos espectadores. Mas como mostra a foto, nem todas as pessoas que estão por ali se mostram ao menos interessadas no som. Coisas da vida. 

Ao fundo, vê-se o Museu da Cidade (em rosa claro; ele se encontrava fechado na minha temporada baiana do ano passado) e ao lado a Casa de Jorge Amado (o prédio azul). 


A Semana nº 20

Na quarta, 16, voltei a publicar no LinkedIn, e como quase sempre fiz ilustrei o texto com uma foto de minha autoria. No caso, uma inédita do pôr-do-sol em Salvador em 20 de agosto do ano passado. A viagem onde esta foto foi feita - a tal dos 11.920 km pelo Brasil - também é mencionada no texto, cujo tema principal é um convite para você se dar conta que não vai durar pra sempre neste planeta e começar a fazer logo o que quer fazer mesmo. Confira lá o Não somos eternos!



20/11/2016

Ensaio de novembro: A beleza negra de Elmira Trindade

Sendo novembro o mês dedicado à Consciência Negra, decidi antecipar para hoje a postagem do Ensaio do Mês, que tradicionalmente vai ao ar no dia 23.

É a melhor ocasião para enfim dedicar um ensaio completo aqui no blog à lindíssima baiana Elmira Trindade, a primeira - e até agora única - pessoa que foi nossa Modelo da Semana em duas ocasiões, em 5 de julho e 4 de outubro.

As fotos foram feitas em Jequié, Bahia, em 13 de setembro do ano passado. A finalidade do ensaio: gerar fotos para a divulgação do meu curta Você é África, Você é Linda, do qual Elmira é uma das atrizes, ao lado de Selma de Oliveira, também a criadora dos turbantes que vemos neste ensaio. 










Este post completa, junto com os curtas d' As Tias do Marabaixo que vêm sendo postados às quartas, e com as fotos do monumento a Zumbi, em Salvador, a nossa série especial dedicados neste mês à Consciência Negra.




19/11/2016

Belezas Culturais: Homenagem a Zumbi dos Palmares

Amanhã, 20 de novembro, é o Dia da Consciência Negra, considerado feriado em um de cada cinco municípios brasileiros (oxalá em breve se torne feriado nacional). A data lembra o assassinato, em 1695, do líder do Quilombo dos Palmares, Zumbi.

Nascido livre em 1655, na Serra da Barriga, atualmente parte do estado de Alagoas, Zumbi foi escravizado aos 6 anos de idade, vendido a um missionário português, que o batizou e lhe deu o nome de Francisco. Em 1670, escapou ao cativeiro e foi para Palmares, onde se destacou logo por suas habilidades estratégicas e militares. Expedições portuguesas enviadas ao quilombo em 1673 e 1675 esbarraram no firme comando de Zumbi.

Em 1678, o governador da capitania de Pernambuco (em cujas terras ficava o quilombo), Pedro Almeida, ofereceu um acordo ao então líder do quilombo, Ganga Zumba: Almeida garantia a liberdade aos negros, mediante a submissão de Palmares a Portugal. Ganga Zumba se mostrou favorável, mas Zumbi se opôs fortemente, pois almejava a liberdade para todos os negros trazidos da África para o Brasil e seus descendentes aqui nascidos. Seguiu-se então um período de disputa interna em Palmares, com Zumbi vencendo e tornando-se o novo líder do quilombo. Sob sua liderança, Palmares, que em 1630 registrara 2 mil habitantes, chegou a ter uma população de 20 mil em 1678.

Os portugueses seguiram atacando o quilombo. Em 6 de fevereiro de 1694, as forças comandadas pelo bandeirante paulista Domingos Jorge Velho destruíram Palmares, após a firme resistência de Zumbi por 22 dias. O líder negro, mesmo ferido, conseguiu escapar e se manteve escondido, possivelmente na área da Serra Dois Irmãos, que hoje faz parte do município de Viçosa, Alagoas. Delatado por Antônio Soares, Zumbi foi cercado por 20 soldados e executado em 20 de novembro de 1695. Sua cabeça foi cortada, salgada e enviada ao Recife, onde o governador Melo de Castro a deixou exposta na Praça do Carmo, tanto para desmentir a suposta imortalidade de Zumbi (crença popular que se reafirmava a cada vez que as tropas portuguesas eram derrotadas ao tentar tomar Palmares) quanto para desencorajar novas rebeliões - isto era comum no período colonial, o mesmo acontecendo com Tiradentes, em 1792. O costume chegou até o século passado, com as cabeças dos cangaceiros do bando de Lampião, derrotado em 1938, também expostas em local público.  

Em 1995, 300 anos após a execução de Zumbi, o Movimento Negro Brasileiro adotou o 20 de novembro como Dia da Consciência Negra, que a partir dali passou a ser decretado feriado em vários municípios e Estados brasileiros. 


As fotos do post são do monumento intitulado Homenagem a Zumbi dos Palmares, de autoria da artista Márcia Magno, e que se encontra na Praça da Sé, em Salvador, onde o fotografei em 20 de agosto de 2015. 

A estátua tem 2,20m de altura e é fundida em bronze, estando assentada sobre uma base de mármore negro. Cada face da base tem uma placa. A que se vê na foto que encerra o post assinala a inauguração do monumento em 30 de maio de 2008. Seguindo para a direita, há uma placa com a biografia de Zumbi; outra com a letra de "Zumbi, a Felicidade Guerreira", música de Gilberto Gil e Waly Salomão escrita para o filme Quilombo, de Cacá Diegues (1984) - nesse vídeo, você ouve a música e vê a abertura e cenas do filme, tudo legendado em inglês. A última placa descreve a escultura, destacando que Zumbi porta "uma lança de caça e um gládio, cópia fiel do 'Mukwale', peça preciosa, utilizada por grandes guerreiros cuja decoração do cabo representa o chefe tradicional em pé e atento a qualquer circunstância".

Em 2011, réplica da obra foi doada por Márcia Magno ao Museu Afro Brasil, de São Paulo.

  • Leia no blog da Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial em Alagoas entrevista de Márcia Magno à Folha da Bahia em 2008, comentando a concepção e execução do monumento. 
  • Márcia Magno também é autora do busto de Dorival Caymmi cuja foto já publiquei aqui no blog, neste post.



17/11/2016

Ninguém disse que era fácil

Não é porque não é fácil
que vamos deixar de sorrir
(Foto: eu em Salvador, jul/15,
por Laura Dantas)


Na tarde dessa quinta, talvez pela milésima vez (e dificilmente será a última) alguém me perguntou sobre como é possível viver através de festivais e editais na área de cultura, e pela milésima vez respondi que na verdade você não vive disso, o que deve fazer é se organizar para que não fique na dependência de seu filme ganhar o Kikito para você conseguir continuar se alimentando.

Ou seja, basicamente o que falei aqui no textão da semana passada (Acredite em você!), que mencionava várias oportunidades que existem ou que você mesmo pode criar para seu trabalho nas áreas de Artes & Comunicação. Entre eles, os famosos editais de seleção de projetos. 

Nestes editais, N pessoas ou empresas ou coletivos se candidatam a um número limitado de vagas ou verbas, e uma comissão de pessoas especializadas na área decide os selecionados levando em conta a proposta - e, muitas vezes, também o trabalho anterior - de cada inscrito. É comum que um processo assim leve meses, mas não necessariamente. Por exemplo, minha inscrição na Mostra Cine Redemoinho aconteceu no dia 2 de novembro, no dia 8 fui comunicado que meu filme Tia Biló fôra selecionado e a apresentação dele em Angra dos Reis aconteceu já no dia 11.

Isso só foi possível porque a Mostra Cine Redemoinho utilizou um sistema simples e todo online de inscrição, no qual só foi preciso eu informar meus dados básicos e o link para visualização do filme no YouTube, através do qual a organização do evento fez o download da obra para exibição. 

Essa forma de inscrição tem se popularizado entre os festivais de cinema, e até alguns de fotografia. Facilita para todos - os artistas não têm que gastar em cópias de papel (no caso da fotografia) ou em dvds (no caso de cinema) e menos ainda com o Correio. Mas ainda é comum você encontrar editais - em geral promovidos pelo setor público - que pedem para você mandar tudo em papel pelo Correio, muitas vezes simultaneamente com uma inscrição online (o que é, no mínimo, contraditório). Teve um que não só pedia tudo isso como ainda exigia que você assinasse a última página da ficha de inscrição impressa a ser enviada por Sedex junto com o DVD. Devo ter achado isso tão absurdo que acabei enviando sem assinar. Felizmente o órgão público não só me avisou como foi compreensivo ao permitir que eu enviasse a ficha assinada digitalizada em pdf como anexo de e-mail para não ter que gastar novamente com o Correio. Não custa lembrar que nem sempre o ente público é tão benevolente. 

Falando em setor público, é por vezes assustadora a montanha de documentos que lhe são exigidas apenas para você se inscrever num edital. Não estou falando em você já ter tido seu projeto aprovado e aí encaminhar a documentação de praxe para ter acesso à premiação (afinal, é um dinheiro público, seu uso tem que estar justificado). Estou falando em se exigir dezenas de documentos, certidões e assinaturas apenas para você pleitear a premiação. Toda vez que penso nisso, não consigo concluir outra coisa senão que toda essa exigência é ruim até para o próprio órgão público que lançou o edital, e que vai precisar receber e lidar com todo esse papel - e, naturalmente, descartá-lo depois de algum tempo, o que é algo bem sério (lembre-se, o papel vem de árvores mortas). Agora, o pior é quando o edital exige uma infinidade de documentos e nem ao menos oferece premiação em dinheiro! Que proteção do uso do dinheiro público está sendo feito nesse caso??

Até aqui, veja bem, falei de editais em que você talvez tenha algum gasto, quando for preciso enviar algo via postal. Fora isso, geralmente você não tem outro custo, ao menos em editais brasileiros. São raros os editais entre nós que cobram para você se inscrever. Agora há pouco, até me surpreendi ao ver a chamada do Fest Foto Brazil 2017, de Porto Alegre, cuja inscrição custa 30 dólares.

Esse tipo de cobrança é mais comum no exterior, em especial na Europa. Você simplesmente não se inscreve em festivais europeus, seja de fotografia, seja de cinema, sem pagar uma taxa de inscrição. E em alguns casos, em especial de fotografia, ainda precisa imprimir as imagens e enviar pelo correio, o que dá um senhor investimento! 

Por exemplo, o 11º Prêmio Internacional Arte Laguna, de Veneza (Itália), de artes visuais (incluindo a categoria Arte Fotográfica), cobra uma taxa de 55 euros para inscrição de obra única, e 100 euros para inscrição de duas obras - se você tiver menos de 25 anos, recebe um desconto de 10% nos valores. Caso opte pela inscrição por meio postal, que obviamente tem seu custo, você gastará ainda com a impressão da documentação e de fotos das obras (o que até faz sentido em categorias como Pintura, por exemplo, mas na categoria Arte Fotográfica vai contra o que diz o próprio edital, que pede que não se envie a obra!). Ok, os prêmios são interessantes (7 mil euros para o vencedor de cada categoria, mais exposição e publicação), mas também não é algo acessível para a maioria dos artistas brasileiros - cem euros hoje equivalem a 363 reais, mais de 40% de um salário mínimo. 

Enfim, em casos assim cabe a cada um avaliar se o investimento compensa e se tem condições de dispor deste valor agora sem ter a certeza se receberá ou não o prêmio. Mas, como já dizia o ditado : quem não arrisca, não petisca.

E afinal, ninguém falou que seria fácil! 


16/11/2016

Curta: Natalina


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Prosseguindo a veiculação aqui dos curtas d'As Tias do Marabaixo em homenagem ao Mês da Consciência Negra, hoje é dia de assistirmos o curta Natalina. O filme foi lançado em 4 de abril de 2015, Sábado de Aleluia, data que marca o início do Ciclo do Marabaixo no bairro da Favela,  em Macapá, tradicional local de residência da família da homenageada. Sua mãe, Tia Gertrudes, mudou-se para lá nos anos 1940, quando da desapropriação das casas das famílias negras na orla central do Rio Amazonas. 

O curta é o único da série que tem dois momentos distintos. Inicialmente, vemos Natalina, então com 82 anos, cantando um ladrão de Marabaixo de autoria de Tia Gertrudes; essa abertura foi filmada pela equipe da Graphite Comunicação durante o Ciclo do Marabaixo de 2014. Logo em seguida, temos o grupo Berço do Marabaixo interpretando "Mão de Couro", composição de Val Milhomem e Joãozinho Gomes que homenageia Natalina; é um trecho da apresentação do Berço no Encontro dos Tambores de 2014, filmado por mim. 

Este curta já foi exibido em eventos e em escolas de Macapá, além de ter sido apresentado nos estados do Tocantins, Bahia e Rondônia durante a circulação do projeto em 2015. Trechos do filme foram incluídos em reportagem sobre o projeto apresentada no programa Amazônia Revista da TV Amapá em 14 de junho de 2015.


15/11/2016

Uma nuvem cobriu a Superlua



Assim como muita gente, fiquei animado com a possibilidade de fotografar a tal Superlua na noite de ontem, que seria a mais brilhante desde 1948 (quando minha mãe tinha só um aninho) e que não iria se repetir antes de 2034 (quando já estarei com 63 - ainda fotografarei?). Ainda mais que no meu prédio aqui em Macapá há uma sacada que permite boas fotos da lua já no começo da noite. 

Mas, também assim como muita gente, fiquei bastante decepcionado por uma lua que não pareceu em nada maior do que seu tamanho normal que já vimos toda noite no céu. 

Mas enfim, de toda situação podemos tirar algo bom. Aproveitei esse momento em que uma nuvem impediu a visão da lua para fazer estas fotos e criar esta montagem com os versos iniciais do poema "Nuvem", da Poeta Amadio.

14/11/2016

Belezas Culturais: Show Batom Bacaba - Patrícia Bastos



A cantora amapaense Patrícia Bastos encerrou na sexta, 11, a turnê de lançamento de seu sexto CD, Batom Bacaba com show no Teatro das Bacabeiras (Macapá). O disco tem o patrocínio do projeto Natura Musical e aprofunda o mergulho da artistas em suas raízes amazônicas, em especial o Marabaixo e o Batuque do Amapá. 



A banda que a acompanhou estava formada por Dante Ozzetti (violão e direção musical), Du Moreira (baixo e teclado), Marcelo Effori (bateria) e por dois percussionistas do Trio Manari, Kleber Benigno e Nazaco Gomes. 

Foram duas as participações especiais: a da cantora Brenda Melo, que dividiu com Patrícia um pot-pourri de parcerias de Dante Ozzetti com Luiz Tatit....



...e do percussionista Nena Silva, que participou do set mais regional, centrado em Marabaixo, Batuque e cacicó.



  • A festa começou antes mesmo de Patrícia subir ao palco. Nas escadarias do Teatro, o grupo Raízes do Bolão recebeu o público com muito Batuque e Marabaixo.